1. Bisfosfonatos
Exemplos: alendronato, risedronato, ibandronato, ácido zoledrônico.
– São as medicações mais prescritas atualmente
– Reduzem a reabsorção óssea, ajudando a evitar a perda de massa óssea a longo prazo
– Podem ser administrados por via oral (1 vez por semana ou 1 vez por mês) ou por via endovenosa
– Em geral, recomenda-se reavaliar a necessidade de uso após 5 anos, devido à supressão excessiva do “turnover” ósseo
– Em casos graves, o tratamento pode ser mantido por tempo indeterminado, com acompanhamento médico
2. Ranelato de estrôncio
– Atua de forma dupla: inibe a reabsorção óssea e estimula a formação de osso
– Apresenta eficácia comprovada na redução do risco de fraturas
– Pode ser uma alternativa aos bisfosfonatos, em situações selecionadas
3. Raloxifeno
– É um modulador seletivo do receptor de estrogênio
– Age de forma semelhante ao estrogênio no osso, ajudando a aumentar a massa óssea, principalmente na coluna lombar
– Em outros tecidos, pode ter efeito diferente (agonista ou antagonista), dependendo do local de ação
4. Teriparatida (PTH 1-34)
– Análogo do hormônio da paratireoide (PTH)
– É um potente anabolizante ósseo, ou seja, estimula a formação de novo osso
– É a medicação mais eficaz para aumento de massa óssea
– Reduz o risco de fraturas vertebrais e não vertebrais
– O uso é limitado pelo alto custo e pela necessidade de injeções subcutâneas diárias
– O tratamento costuma ter duração de 2 anos